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  • FEJA JUDITH AMÉLIA

O Evangelho Segundo o Espiritismo Capítulo XVI

Atualizado: há 15 minutos

Não se Pode Servir a Deus e a Mamon
INTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS
Emprego da Fortuna Item 13

Fénelon Alger, 1860 13. Sendo o homem depositário e administrador dos bens que Deus lhe coloca nas mãos, contas severas lhe serão pedidas do emprego que haja feito, em virtude do seu livre arbítrio. O mau uso consiste em não fazê-lo servir senão à satisfação pessoal; bom é o uso, ao contrário, todas as vezes que deles resultar em um bem qualquer para outrem. O mérito é proporcional ao sacrifício que se impõe a si mesmo. A beneficência é um dos modos de empregar-se a fortuna.

* * A Teologia Espírita encontra na beneficência uma resposta à questão do emprego da fortuna para quantos a recebam; os que possuem riquezas não podem pretextar desconhecimento sobre a missão providencial dos bens terrenos a partir dessa Teologia da Solidariedade. Ela alivia a miséria atual, apazigua a fome, preserva do frio e dá asilo aos desabrigados. Dever, porém, igualmente imperioso, igualmente meritório, consiste em prevenir a miséria; é aqui, sobretudo, que se acha a missão das grandes fortunas, gerando e fazendo executar trabalhos de todos os tipos; e mesmo que elas possam tirar proveito legítimo disso, o bem não deixaria de existir, pois o trabalho desenvolve a inteligência e eleva a dignidade do homem, sempre orgulhoso de poder dizer que ganhou o pão que come, enquanto que a esmola humilha e degrada. A fortuna concentrada em uma mão deve ser como uma fonte de água viva que espalha a fecundidade e o bem-estar ao seu redor. Oh, vós, ricos, que a empregardes segundo os desígnios de Deus, o vosso coração será o primeiro a dessedentar-se nesta fonte benfazeja: já nesta existência os inefáveis prazeres da alma, em vez dos prazeres materiais do egoísta, que deixam o vazio no coração. * *Aponta Fénelon que há um vazio no coração daqueles que se encontram com os cofres repletos mas não estão dando cumprimento à Lei de Amor, que ordena que a fortuna seja fonte de água viva gerando benefícios por onde passe. Uma filosofia do labor desponta nesse corpo doutrinário espírita, que coloca a missão da fortuna como a de desenvolver talentos. Vossos nomes serão abençoados aqui na Terra e, quando a tiverdes deixado, o Soberano Senhor vos dirá como na parábola dos talentos: Bom e fiel servidor, entrai no gozo de vosso Senhor. Nessa parábola, o servidor que enterrou o talento que lhe foi confiado não é a imagem do avaro, nas mãos de quem a fortuna é improdutiva? Se, no entanto, Jesus fala principalmente das esmolas, é que naquele tempo, e no país em que vivia não se conheciam os trabalhos que as artes e as industrias criaram depois e nas quais a fortuna pode ser empregada utilmente para o bem geral. A todos os que podem dar, pouco ou muito, direi, pois: Dai esmola quando for preciso; mas, na medida do possível, transformai-a em salário, a fim de que aquele que a receba não se envergonhe dela.

“Observe com otimismo as dificuldades
que apareçam, interpretando-as
por lições necessárias.”
(André Luiz)
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